Um bad boy. Popular, esnobe, imaturo e um pouco canalha. Uma menina meio sem graça, nerd, que nunca tirava seu suéter e vivia com a bíblia nas mãos. Ele era cobiçado por várias. Ela era o "patinho feio" da escola. Parece uma história comum e lotada de clichês, não é mesmo? Pois saiba que não é.
"Meu nome é Landon Carter, e tenho 17 anos. Esta é a minha história - e prometo contar tudo. No início você vai sorrir e, depois chorar - não diga que não avisei."
"Um amor para recordar" é, como todos os livros de Nicholas Sparks, comovente e maravilhoso do início ao fim.
Narrado em primeira pessoa, ele conta a história de Landon Carter, um jovem estudante acostumado com uma vida fácil, na qual era rico, popular e inconsequente. Landon nunca aceitou o fato de seu pai ter saído de casa, motivo pelo qual recusa qualquer tentativa de aproximação do mesmo.
Com ele, compartilhando a mesma escola desde séries ianto eleniciais, está Jamie Sullivan. Mas Jamie não era o tipo de menina com quem Landon sequer falasse. Tímida, reservada e muito religiosa, Jamie era filha do pastor, cantava no coral da igreja, participava das peças de teatro na escola e, nas horas vagas, ia até o cemitério para observar estrelas.
Porém, contra todas as probabilidades e por circunstâncias do destino, Landon e Jamie passam a ter que trabalhar juntos em uma das peças e, mesmo com ela advertindo-o para que jamais se apaixonasse por ela (uma ideia que no início ele ridiculariza), os sentimentos dele passam a se tornar cada vez mais fortes e intensos conforme vai conhecendo Jamie.
Sobretudo, um amor entre duas pessoas tão diferentes quanto eles pode ser qualquer coisa, menos simples. Especialmente depois que Landon descobre sobre uma lista criada por Jamie e um enorme e doloroso segredo que acompanha essa lista.
"Um amor para recordar" é uma linda e emocionante história sobre a importância de um verdadeiro amor, daquele tipo que é paciente e bondoso e que, como citado pela própria Jamie:
"Não inveja, não se vangloria, não se orgulha. Não maltrata, não procura seus interesses, não sente ira facilmente, não guarda rancor. O amor não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta."

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